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Notícias

Campanha “Doação de órgãos, um ato de amor!” é realizada em Alvorada do Oeste/RO

Publicada 19/12/2017

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) realizou no mês de dezembro/2017, através do Consórcio Astec/Direção/MRS, por meio dos Programas de Educação Ambiental e Sanitária (PEAS) e Comunicação Social (PCS), a Campanha “Doação de órgãos, um ato de amor!”.

A doação de órgãos ou de tecidos é um ato pelo qual manifestamos a vontade de doar uma ou mais partes do nosso corpo para ajudar no tratamento de outras pessoas. Tema que precisa ser abordado em nossas famílias e por toda a sociedade.

Assim, a equipe do PEAS realizou as atividades referentes à Campanha no comércio local de Alvorada do Oeste/RO, explicando sobre os benefícios da doação e afixando cartazes sobre o assunto nos estabelecimentos, para que ainda mais pessoas conheçam a importância da doação de órgãos.

Segundo dados do Ministério da Saúde, o Brasil registrou recorde de doadores de órgãos, com 1.662 doadores no primeiro semestre de 2017 -- aumento de 16% em relação ao mesmo período do ano passado. No entanto, a recusa das famílias em autorizar os transplantes ainda é considerada elevada, chegando a 43%. Os transplantes de fígado, rim, córnea e medula óssea registraram recorde neste ano. Pulmão e pâncreas, porém, tiveram queda, de 21,8% e 40%, respectivamente. De todos os procedimentos realizados no país, 93% foram feitos pelo SUS.

Em relação a Rondônia, de acordo com informações divulgadas pelo Governo, o estado ficou em primeiro lugar na região Norte em doadores efetivos por um milhão de habitantes. Em 2017, um recorde foi alcançado, com 64 pacientes que saíram da lista de espera por um rim desde quando começou o programa de transplante em 2014. Até então, só se realizava a captação dos órgãos que eram posteriormente enviados para hospitais de outros estados. Há três anos o Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro, localizado na capital, Porto Velho, está credenciado a fazer os transplantes.

A doação de órgãos como o rim, parte do fígado e da medula óssea pode ser feita em vida. Em relação às pessoas falecidas, a doação só acontecerá após a confirmação do diagnóstico de morte encefálica.

Doar órgãos não é apenas um ato de solidariedade com o próximo, mas de amor. A doação pode salvar vidas ou devolver a qualidade de vida para quem tanto precisa, contribuindo não apenas com o paciente - receptor dos órgãos -, mas com toda a família que se regenera com essa nova oportunidade de vida. Doação de órgãos é um assunto sério e que precisa ser discutido. Converse com a sua família e deixe clara sua intenção.

 

Com informações de: Ministério da Saúde e Governo do Estado de Rondônia



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